- Graças a Deus – devem dizer os freqüentadores, sejam homens ou mulheres, deste bar quando entram, tamanha é a possibilidade de paquera que rola. Não foi à toa que ganhou o título de “O melhor para paquerar” em 08/09, perdido na última edição para o Ti Zé.
Vale esclarecer que me senti um peixe fora d´água, pois a idade da imensa maioria é por volta dos trinta anos. O lugar fica tão cheio que a paquera é compulsória, você é literalmente empurrado para cima da paquera, a proximidade é tão grande que você acaba conversando com as outras pessoas, quer queira ou não.
Existe um ar condicionado meia-boca apenas no “matadouro”, salão à meia-luz localizado nos fundos para onde vão os casais para efetivar a paquera. No restante é um calor dos diabos. Calor dos diabos que fez o Ignus lembrar que o Capeta nasceu em Montes Claros, mas não agüentando o calor fundou o inferno, onde tinha temperatura mais amena.
Este calor aumenta o consumo de cerveja que facilita a paquera. A extensa carta de cerveja, com muitas importadas e caras, estava bastante desfalcada devido ao consumo de fim de ano. Lembrei ao Ignus que estão prevendo falta de cerveja este ano devido a este aumento de consumo e ele contou que em Montes Claros não faltará. – Lá eles falsificam – explicou.
O assunto não saia do calor e ele estava impossível. Afirmou que se a Conferência do Clima tivesse sido realizada em Montes Claros, com o ar condicionado desligado, teriam aprovado todas as propostas. – Fazer conferência para discutir aquecimento global em Copenhague, com temperatura negativa é burrice. – Ele tem lá suas razões.
O calor tem suas vantagens e o Graças a Deus (Rua Padre Odorico 68 – São Pedro) cobra R$5,00 pela entrada para garantir que a pessoa não entrará apenas para paquerar e de graça, de terça a domingo das 19 horas até o último cliente. Anunciam um tipo de música a cada dia, mas quem quiser ouvir música deve ir a outro lugar, lá é pra paquerar, entendeu?
Os garçons, vestidos com camisa amarela e GAD no escudo têm memória de elefante. Anotam na cartela o seu pedido e depois lhe encontram no meio daquela muvuca para lhe entregar sua bebida ou seu prato.
Quando sai, no comecinho da noite, disse “Graças a Deus” por ter sido convidado, mais uma vez, para o aniversário do André.

“Graças a Deus” que esse André existe e fica mais velho…algum dia uma vinícola vai cultivar uma uva com seu nome e poderemos confirmar o que estou dizendo agora! Até lá, a Meg tem a exclusividade para saborear e relaxar no GAD.
Além de lindo, esse André é um homem apaixonado!
Com participação especial neste post, eu tinha que ser o primeiro a comentar. Apesar de tudo isso ser verdade, a festa foi muito boa. Lembrando que Lucas ate deixou de ir para um casamento para ficar la com a gente.
Ainda temos muitos bares em BH. Meu pai fala que eu bebo muito. Eu sempre respondo: “Pai, moro em BH ha uns 5 anos e nao conheço nem a metade dos bares da cidades…” Um dia eu chego la.
Abrs.
Nao me convidem, ok? Pq eu vou!!
Pra variar a juliana comenteu este post, e primeiro q eu. Por apenas alguns segundo….
Dessa vez não dá pra dizer que não tinha mulher!
PS: assim, vai acabar ganhando mais uns 3 cargos…
Ignus, comentarista de blog não dorme no ponto!
Ainda mais que não pude estar presente pessoalmente! E aniversário do André, então, eu comento correndo…
Na próxima vez, vou t e n t a r deixar pra você, rsrsrs!
Abração, Juliana.
É isso aí, seu homem!
Esse blog é demais!
Só lugar arrumado praí.
Bateu saudade de BH!
Flávio,
quando você não estiver suportando este calor aí, venha se refrescar aqui.
Faz contato. Um abraço, Augusto