Os donos do Topo do Mundo tiveram coragem, em 2004, para construir um restaurante em um ponto tão afastado, mas tiveram muita sorte ao encontrar um lugar tão agradável e com vista tão larga, localizado em Brumadinho. O acesso é pela estrada que vai para o Rio, depois de entrar na estrada que dá acesso ao Retiro do Chalé.
Fomos lá para uma cerveja rápida, neste domingo, pois pretendíamos almoçar em outro lugar e tivemos que aguardar um pouco pois a casa abre ao meio-dia. Vista esplendorosa nesta manhã com vista para os lados da montanha e direito a assistir saltos no paraglider que nos deixam com uma agradável sensação de liberdade.
Como primeiros a entrar escolhemos a melhor mesa na avançada varanda para saborearmos uma porção de linguiça mineira com mandioca e cervejas. E para minha surpresa era permitido fumar naquele ponto. Em respeito aos outros comenesais, fumamos a metade de um espléndido Coiba debruçados na varanda, reservando a outra metade para o almoço.
É um lugar com possibilidades de outras leituras. Imagino ir lá em uma noite de lua cheia no inverno – não abre às segundas e terças – com o cônjuge para um dos setenta rótulos da boa carta de vinhos e um foundue, como nos velhos tempos.
Ou com a turma para a música ao vivo (MPB e rock) que rola nas noites de sexta e sábado, pagando entre 5 e 10 reais de couvert artístico, no ambiente comporta 200 pessoas. Ou para uma feijoada ou uma moqueca de galinha a R$58,00 e R$50,00 para duas pessoas em um sábado bem quente para sentir o vento da serra.
Sei que a capacidade do restaurante foi recentemente aumentada e devem ter feito uma boa reforma, pois está com cara de novo, com decoração modera e de muito bom gosto. Boa opção para levar visitantes que moram ao nível do mar para verem as nossas montanhas.
Visita Obrigatória. E para o Topo do Mundo reservei o Top dos charutos!

Com todo o respeito aos charutos Cubanos e ao seu texto sempre agradável, Augusto, mas dessa vez faltou a foto da vista citada por você porque fiquei na vontade de recordar. Isso é uma estratégia para provocar os leitores a irem aos bares? Porque se num for, conseguiu!!! Rsrsrs. Um abraço!
Rachel,
e que não seja por falta de companhia.
Um abraço,
Augusto
Rachel,
quando vi a foto dos charutos, pensei o mesmo que você, em bom “mineirês”:
“Uai, cadê a vista das montanhas, gente?”
Mas o Augusto anda mais cubano que mineiro, depois de sua visita ao Fidel.
Fazer o que? Só mesmo indo lá pra conferir.
Essa ele ficou nos devendo.
É Juliana,
só mesmo indo lá em Cuba para conferir, mas vá logo.
Augusto