Cheguei ao Bananeiras Bar, no Prado, logo que foi aberto – pouco depois das 18 horas – e encontrei a área onde se preparam as bebidas toda arrumadinha, preparadinha (pra que tanta inha, meu Deus!) para uma longa noite, como vocês podem ver acima, com a maior cara de cozinha da casa da gente.
Eu acompanhava o ecológico, literário e etílico grupo “Pé no Chão” - http://www.penochao.org.br – que neste sábado abandonou a caminhada pelas trilhas nos arredores da cidade para fazer o programa “Trocando o Pé”, a convite de um seguidor deste blog, o meu amigo Fabinho. Neste ano o grupo faz uma via sacra pelos bares do Prado.
O quintal da casa de número 525 na Rua Rubi, com suas bananeiras que deu nome ao bar, cumpre esta nova função, a seis anos, desde que o então bancário Carlos Vianey resolveu mudar de profissão. O ambiente bem aberto, com toda cara de quintal, exige que o dono ou os garçons peçam silêncio aos mais exaltados para permitir a convivência com os vizinhos.
A entrada se dá por um extenso beco lateral que nos leva às mesas construídas sobre estruturas de antigas máquinas de costuram depois que passamos pela área exclusiva para fumantes e pela cozinha, cozinha para a qual todos são convidados a visitar, conforme anúncio feito no cardápio.
Experimentamos os dois carros-chefe da casa: Maria-fumaça e Sarau Mineiro, ambos a R$30,00, servidos em panela de pedra e muito semelhantes. Lingüiças, costelinhas, mandioca em um e batatas no outro. Se não tem nada de excepcional, também não deixa nada a desejar e cumpre com fidalguice a sua proposta.
Eu gosto de bares em quintais.

Gostei mais desse que do Júlio. Aqui é mais espaçoso e as guloseimas estavam mais “a minha cara”.
Estou lamentando aqui não ter dado uma bicada naquela Germana ali de cima…
Abração,
Fabinho.
Obrigado pelo comentario e por ter incluído meu quintal em seu blog. estamos a disposição para uma boa prosa e gostaria de sugerir a troca da foto para que seus leitores possam ter uma visão melhor do nosso espaço. se puder tbm divulgar o site, te agradeço. grande abraço
Ah, já ia me esquecendo. estamos aqui a seis anos, e não tres. abraço
Carlos,
obrigado pela correcao. Informe-me também o site para eu fazer a inclusao dele no texto.
Com relacao a foto nao tenho uma foto do espaco onde ficam as mesas.
Aguardo retorno,
Augusto
Pena que o Bar Bananeiras e o senhor Vianey (dono do bar) são HOMOFÓBICOS .
Foi lamentável passar por esta situação senhor vianey. Espero de coração, que um dia você me respeite, que um dia você respeite os gays e principalmente que não os expulse-os mais do seu bar que é um lugar público.
LAMENTÁVEL !!!
Deborah,
Não sei o que houve de problema com você. Espero que tudo se resolva, e sempre que houver injustiça me posicionarei contra.
Porém, acompanho esse blog há anos e acredito que não seja a função do mesmo protestar contra qualquer que seja o tipo de discriminação.
Acredito que você deva procurar o Sr. Carlos Vianey pessoalmente, ou então, se acreditar que esteja sendo injustiçada, acionar a parte judicialmente.
Lamento seu infortúnio, espero que tudo fique bem.
Abraço,
Fábio.
concordo plenamente, qualquer tipo de abuso seja homo ou hetero não é legal, barzinho é para bater papo e se divertir . se um um casal homo ou hetero quiserem mais privacidades, vão para um local apropiado e no caso do homo, existem lugaraes “ESPECIFICOS” GLS E ETC,
nunca fui no bananeiras mas vou la só pq a ” COMUNIDADE GLS ACHA Q TEM DIREITO DE DERRUBAR QUALQUER PESSOA SEJA FISICA OU JURIDICA, CADA UM NO SEU QUADRADO RSRSRRSR, CADA MACACO NO SEU GALHO, E VCS GLS TEM PRECONCEITOS DE VCS MESMO.EU POR MIM, TODOS SÃO IGUAIS, MAS VAMOS PEGAR LEVE.,TENHO VARIOS AMIGOS HOMO E NUNCA SE QUER FICAM SE ACARICIANDO EM PUBLICO ,ISTO É POBREZA DE ESPIRITO.