Depois de passar a semana inteira, preparando o ouvido, escutando o CD do paraibano doutor Radegundis Feitosa – um dos maiores trombonistas do mundo morto em um acidente de carro, ano passado – tocando com Camerata Brasilica, caiu de ir ao Pedacinhos do Céu na Rua Belmiro Braga, 774, Caiçara (3462-2260) , ver o trombone do Zé da Velha, o trompete do Silvério Pontes e o cavaquinho do Ausier Vinícius com o seu grupo.
Ficamos desobrigados de pagar os anunciados R$10,00 pelo couvert individual de tão cheio que o bar estava. Os nomes famosos e o lançamento do evento BH Choro deixaram a casa mais que lotada.
Apesar de ser a mais tradicional casa de choro da cidade, não tem uma acústica adequada para atender às pessoas que estão nas mesas mais distantes do palco. Nem sei dizer se é uma estratégia para não incomodar a vizinhança.
Valeu a pena, mesmo que com má qualidade acústica para o lugar onde eu me encontrava, rever esses admiráveis metais que sempre voltam a BH. É um espaço que todos os que gostam de frequentar bares de música não devem deixar de conhecer.

Fala, homem!
Aí é bom chegar ao entardecer. E escolher uma mesa perto do palco. Muitas surpresas ao decorrer da noite. Músicos adolescentes tocando com velhinhos bem experientes, só sonzeira da velha guarda. E pago caro pra ouvir de novo o Ausier tocando “Pedacinhos do Céu” – solo em cavaquinho.
Férias de março chegando. Abraço, meu camarado!
Flávio,
estou lhe aguardando em março. Para uma butecada e dia 28/3 tem lançamento de março da minha tradução. Conto com sua presença.
Um abraço,
Augusto