A minha amiga Adriana Murta mandou a dica:
Olá Augusto! Como tem passado?Um lugar que achei bastante agradável também foi a Mercearia Mello. De fato lá funcionou uma mercearia da famíla Mello durante muito tempo e, recentemente (por volta de 1 ano), tranformaram-na em um restaurante. Um bom atendimento com rapazes sempre dispostos a lhe sugerir uma boa cerveja do vasto cardápio da bebida. Também servem chopp Brahma. Dentre os pratos você encontra desde massas e pizzas feitas em forno a lenha, até peixes e carnes. Abrem todos os dias inclusive para almoço.
Fica perto de onde moro à Rua do Ouro, logo no primeiro semáforo, e tenho aparecido por lá com frequencia. Bem, dizem que quando voltamos ao mesmo “bar” (não sei se chamo bar, butequim, restaurante, mercearia, você é mais perito nisso) muitas vezes…
Fica aí uma dica pra você!! Grande abraço. Adriana
Não perdi tempo e respondi:
Adriana, Rua do Ouro 331, abre todos os dias. Já está no caderninho. Obrigado pela dica. Você está muito sumida. Um abraço, Augusto
E o amigo Eugenio Raggi não titubeou e mandou:
A Mercearia do Mello era um ótimo lugar pra se tomar uma latinha sentado na beirada da soleira, jogando conversa fora com a vasta fauna da 3a idade que por ali frequentava, entre maços de couve, mostarda e almeirão. Muitos traziam o tira-gosto e a cachaça de casa ou recorríamos a nacos de queijo canastra, latas de salcinha e/ou sardinha do estoque da mercearia. Hoje, LAMENTAVELMENTE, se tornou mais um desses espaços burgueses, insípidos, inodoros e higienizados, onde cada um se senta à sua mesa ignorando todos os demais presentes, entre comidinhas frescas e caras, alvos forros de mesa e taças de vidro refinados. Mais um espaço vendido ao capitalismo burguês. Uma lástima.






