Arquivo do dia: 19/05/2009

18 de Maio – Restaurante Paracone

 

 

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No comentário postado pelo Luiz Henrique (Bar Pity), ele pede sugestões para o meu alter ego e aqui vai a primeira sugestão: Utilidade Pública.

Há nove anos, a Unidade Brasil do Restaurante Paracone, na Avenida Brasil 920, Funcionários, é um típico restaurante “fim-de-noite”, pois fica aberta 24 horas por dia, para atender aqueles que esqueceram de comer durante a noitada. Das 11 horas de uma manhã às 6 da manhã do outro dia funciona como self-service, com rodízio de massas por R$13,40, que garante integridade física para os que excederam na bebida.

A outra unidade, Niquelina, na Rua Niquelina 1705, em Santa Efigênia é mais antiga e funciona apenas das 8:30 às 00:30 horas.  

Mas na Brasil não tem apenas rodízio de massas; tem um extenso cardápio que inclui peixes, churrasco, massas, pizzas, porções e pratos executivos, atendendo também para entrega pelo telefone 3481-6679.

É o seguinte: das 6 da manhã (quando pára de servir bebida alcoólica) até às 11 horas é uma lanchonete atendendo a quem vai trabalhar e quem dá uma morcegada no serviço para o lanchinho das 10 horas. Às 11 horas começa a funcionar para o almoço com o self-service e tudo que tem no cardápio.

Às 18 horas começa a funcionar o happy hour na calçada bem larga (o prédio é recuado e as mesas não atrapalham os pedestres), coberta com toldo para evitar queda de objetos do prédio e promoção de chopp da Brahma (tome 2 pague 1) nas terças-feiras, para um público, majoritariamente, com mais de 60 anos.

E depois das 22 horas até às 6 horas o bicho deve pegar. Digo isto porque nunca vi um cardápio e avisos afixados nas paredes com tantas explicações (um rodízio não pode ser comido por duas pessoas, só pode comer lá dentro, não pode ter som, os preços são em real, preços antigos perdem validade com a emissão de novo cardápio, não pode entrar sem camisa, etc. e tal); cheguei a pensar que o dono fosse um advogado, mas depois me toquei que deve ser uma dificuldade conversar com a clientela da madrugada.

O Dani, com o corte de cabelo no estilo quase moicano, sugeriu o local e me acompanhou nesta matéria de utilidade pública e matou aquela fome de quem não tinha nem almoçado.