Arquivo do dia: 09/09/2009

09 de setembro – Novo Acesso

Neste 09/09/09 o assunto são os 150 lugares blogados e ficam faltando 50 para serem blogados, até o dia 12/12, para completar os 200 prometidos. Até ontem, além dos 150 lugares blogados, foram blogados mais 40 textos que não eram, exatamente, sobre nenhum bar, mas forcei a barra e transformei em um texto.

Como já estava ficando muito difícil acessar os textos antigos, Dani criou uma lista que aparece do lado direito com os nomes dos bares em ordem alfabética; estão lançados apenas os do mês de janeiro e pretendo, logo logo, listar todos para facilitar o acesso.

Outra coisa a comemorar são os mais de dezoito mil acessos até agora; quem sabe não comemoraremos também, neste dia, os 25.000 acessos?

Então, é isso. Estou cumprindo a minha parte e espero todos na Festa da Ducentésima, dia 12/12.

07 de setembro – Casa dos Contos

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Segunda-feira normal é dia de muitos bares não funcionarem; segunda-feira com feriado, nove horas da noite, a coisa fica preta. Tinha saído da apresentação do espetáculo Imã do Corpo e a salvação foi a Casa dos Contos que abre todos os dias da semana.

Lá estava ela, como sempre esteve, desde 1975, no mesmo endereço (Rua Rio Grande do Norte, 1065, Savassi, 3261-5853), com o mesmo formato, tradicionalíssima, ostentando na parede exposição de quadro de diversos artistas e os títulos de restaurante mais tradicional de não sei que ano, por não sei qual instituição.

Lá estava ela com seu salão interno que funciona mais como restaurante e a sua varanda de duas filas de mesas, que funciona como um bar para um agradável happy-hour. Esta que é uma das varandas mais gostosas e aconchegantes da cidade, com uma fila de mesas bem próxima da rua e outra próxima da casa, deixa os fregueses longe e perto da rua, ao mesmo tempo.

Lá estava ela como um dos redutos da culinária tradicional de BH. Oferecendo seus tradicionais pratos: filé ao molho de gorgonzola, filé surprise, filé mignon recheado com presunto e queijo, lasanha à bolonhesa, filé à cubana, etc. Dizem que não existe concorrente na cidade para o arroz piamontês.

A Cristina pediu uma sopa de cebola (R$12,90) e se deu mal porque estava muito salgada; o garçom ofereceu outra, mas ela, que já tinha comido a metade, agradeceu e não aceitou.

Eu fui de Filé de peixe a dorê, molho ao sugo, purê de batata, mozarela e arroz (R$21,00), mas só quando chegou foi que me lembrei que não gosto de molho ao sugo, principalmente quando vem com muito extrato de tomate. Quando o arroz está frio e o purê de batatas está sem tempero algum, complica legal.

Mais sorte teve o André com sua Lasanha Patcio (R$18,00), feita com massa verde, molho Parma, lombo e bacon defumados, molho rose, gratinada com parmesão. Tá certo que o meio da lasanha estava frio e teve que voltar para esquentar, mas estava saborosa.

Não conseguiu manter a tradição de segurar a freguesia que, nas décadas 70 e 80, era composta por intelectuais mineiros e hoje é formada por pessoas que buscam outra qualidade da casa: o preço honesto. É lembrado como restaurante para ir com os pais aos domingos; o que será que isto significa?

Preço tradicionalmente honesto que está comprometendo a qualidade.