25/12/09 – Rokkon

Peço desculpas aos que acessarem esta página em busca de informações sobre a qualidade deste restaurante, já que nada direi a respeito da qualidade do mesmo por não ser esta a minha praia. Não tenho paladar para este tipo de comida e só vou a restaurantes japoneses quando não há alternativa.

Foi o que aconteceu hoje. Com tudo fechado, senti que Beagá virou cidade grande, sensação que vivi há mais de vinte anos, numa virada de ano em Zurique. Fiquei em apuros para comprar alguma coisa para comer, com dois filhos pequenos, onde não se conseguia comprar uma garrafa de água sequer.

Estava longe de ser uma cidade do interior onde as padarias, farmácias e mercearias abrem 365 dias do ano, onde os donos dos botecos e restaurantes, ávidos por mais um lucrinho e sem a mão pesada da lei abrem todos os dias em horários esticados.

Tudo estava fechado no Pátio Savassi, com exceção da loja 237 onde funciona o Rokkon; funcionam também em outro endereço em Lourdes. Tinha que ser um restaurante japonês. Aposto que os chineses e árabes também estavam abertos.  São donos estrangeiros loucos por lucros nesta terra estrangeira.

Escolhi um macarrão udon ensopado, servido com tempura de camarões e legumes que era o que mais se aproximava do que estou acostumado a comer, acompanhado da tradicional Bohemia Weiss.

Eu queria mesmo era mostrar a camiseta nova que ganhei de Natal e, desde que era menino, cumpro este ritual: utilizar no dia seguinte o que ganhei na noite anterior, mostrando a todos que não fiquei sem presente.

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