15/03/10 – Degryse Chocolates

A guanhanense Ernestina viajou para a Bélgica e foi preciso morar lá por sete anos, com o marido belga para desvendar os segredos da fabricação dos chocolates belgas que lhe permitisse voltar para Beagá com know-how para montar, em 1998, a Degryse Chocolates, na Rua Orenoco, 130, no Carmo Sion (3227-4202), entrando num comércio muito disputado na cidade com a Cacau Show – que tem 23 lojas espalhadas na cidade – e com a Confiserie du Chocolat, estabelecida no Santo Antônio, para ficar com as lojas de mais qualidade.

Nesse endereço você encontrará bombons de altíssima qualidade fabricados com chocolate importado da Bélgica, marca Callebaut (introduzido em BH em 2008), que minha mulher sempre vai atrás quando quer dar um presente diferenciado. Ou quando quer presentear alguém com doces e biscoitos finos típicos daquele país. Nós de casa sempre ganhamos um pouco dessas delícias.

Os bombons, fabricados com vários de chocolates amargos (a maior concentração de cacau é o que o faz ficar mais amargo), chocolates para diabéticos e os tradicionais ao leite e branco. Os bombons são recheadas com 30 sabores diferentes e os mais procurados são os de recheio amargo, como os de café, menta ou gengibre.

O espaço é decorado pela proprietária com estilo mineiro, a começar pela coleção de orquídeas e chifres-de-veado pendurados na parede ao lado da escada ou as antigas cadeiras de cinema colocadas de frente ao balcão de guloseimas. Fica aberto de segunda a sexta das 10 às 19 horas e de 10 às 14 horas aos sábados.

Só depois que fui embora que fiquei sabendo que os produtos são vendidos também em graciosas embalagens como regadores, baldes, sacolas de pano, açucareiro, copos esmaltados. Vou lá pra comprar em uma marmitinha enrolada em pano.

Fiquei assentado em cadeiras de cinema – que são iguais às do cinema de Salinas – imaginando-me menino no escuro.

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5 Respostas para “15/03/10 – Degryse Chocolates

  1. Felipe Sousa Pidner

    Oi Augusto,
    Estava fuçando o seu blog, com a intenção de te convidar para conhecer o SEU ROMÃO. Vi que você já esteve por aqui…Mas as coisas mudaram é por isso mesmo que reafirmo o meu convite! Sou o novo proprietário. Reformamos tudo, mudamos tudo…Mantivemos o nome, porque gostamos da logomarca e porque ele já indica o lugar que é o bar…
    Bom, não quero ficar dando muitos detalhes…Aceite o meu convite e venha conferir pessoalmente!!
    Grande abraço.

  2. augustonobuteco

    Felipe,
    moro aqui no Santo Antonio e todos os dias passo na sua porta quando volto do trabalho. Quando voltar das férias passo aí sim e lhe procuro.
    Um abraço,
    Augusto

  3. Fééériassss????

    Aiai, vou pra geladeira de novo!

    Volte antes do Comida de buteco, viu?

  4. Prezados,
    > >
    > > bom dia!
    > >
    > > Venho por este demonstrar minha total insatisfação e
    > > indignação com o atendimento do estabelecimento Devassa,
    > > localizado na Av. Getúlio Vargas, Bairro da Savassi em Belo
    > > Horizonte/MG.
    > >
    > > Fui ao local pela primeira vez no final de janeiro com
    > > amigos e minha namorada, o gerente possuía identificação
    > > no uniforme com nome de Índio (rapaz alto, moreno e com
    > > rabo de cavalo) solicitou três cadeiras, informamos que
    > > elas estavam separadas para alguns amigos, o mesmo informou
    > > que devolveria quando eles chegassem, concordamos! Quando os
    > > três chegaram solicitamos ao Índio as cadeiras, o mesmo
    > > simplesmente soltou: ” Sinto muito, demoraram e ficaram sem
    > > cadeira”.
    > >
    > > Solicitamos a presença do superior, porém ele informou
    > > que ” quem mandava ali era ele”. Ficamos ali boa parte do
    > > tempo aguardando aparecer outras cadeiras (estavam as
    > > namoradas no colo dos namorados), quando surgiu uma o
    > > gerente não nos deixou utilizar a mesma pois iria
    > > atrapalhar a passagem dos garçons! Ok! Pagamos a conta
    > > fomos todos embora, com o tal Índio rindo na nossa cara.
    > >
    > > Infelizmente, no início de março, fui convidado a
    > > comemorar o aniversário de um grande amigo lá, tentei
    > > alerta-lo mas não teve jeito ,a reserva já havia sido
    > > feita e lá fomos nós.
    > >
    > > Estávamos sentados em 03 mesas, em uma delas estava apenas
    > > eu, sobrando 02 cadeiras. Por infeliz coincidência o sr.
    > > Índio chegou até nós e solicitou a mesa, pedimos para ele
    > > aguardar 20 minutos pois um casal estava apenas estacionando
    > > o carro. Então ele soltou: ” Eu não estou pedindo estou
    > > informando!”. Então um de nós sentou-se na cadeira da
    > > mesa,para não ser retirada. Neste momento ele cortou todo o
    > > atendimento da mesa ( os garçons passavam por nós se
    > > desculpando ). Novamente ele ficou em um canto nos
    > > encarando (nos olhos!) e rindo. Infelizmente no momento,
    > > as namoradas nos seguraram para não tirar o sorriso dele na
    > > marra (e olha que eu sou calmo!).
    > >
    > > Novamente pagamos a conta e nos retiramos, porém o sr.
    > > Índio ainda soltou: “Podem ir embora, olha o tamanho da
    > > fila lá fora, vcs não fazem diferença”. Foi neste momento
    > > que resolvi tentar fazer alguma diferença, e escrever este
    > > e-mail pois, apenas assim acredito ser ouvido, já que o
    > > superior do local parece não se importar com o atendimento
    > > das pessoas.
    > >
    > > Lembrando que o lugar é muito agradável, pessoal bonito, a
    > > varandinha é excelente, no meio da Savassi e o(s)
    > > chopp(s) nem se fala! Porém pessoas com este tipo de
    > > atitude conseguem tornar o lugar extremamente desagradável.
    > >
    > > Por favor divulguem este e-mail para seus amigos, sempre
    > > com cópia para savassi.bh@devassa.com.br,
    > > para mostrar a alguns, que poucos fazem a diferença.
    > >
    > > Obrigado,
    > >
    > > André R.

  5. augustonobuteco

    André R.
    Eu ainda não fui ao Devassa e não posso opinar sobre o atendimento lá. Estive conversando com o dono na manhã do sábado da inauguração e disse a ele que iria lá apenas quando já tivesse passado o auê da inauguração, quando o movimento fosse menor e os preços estivessem mais realistas.
    Beagá é esta roça que já conhecemos. A ianuguração de um bar provoca todo este reboliço e nós não damos conta de não entrar nesta provocação da novidade. Eu faço força e vou ao Comida di Buteco depois que passa o evento, porque não dá para aguentar o suplício.
    É isso aí. Seu comentário vai ficar registrado. Envie-me, por favor, seu nome completo e seu endereço eletrônico para registro correto da autoria do texto.
    Um abraço,
    Augusto

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