14/4/10 – Barraca do Henrique

Se eu não tivesse que andar 300 passos para atravessar a extensa faixa de areia firme entre o mar e as cadeiras da Barraca do Henrique na Litorânea e se alguém me levasse cervejas até ao mar eu ficaria dentro d´água o dia inteiro.

A temperatura da água em São Luiz é a ideal para mim. Pena que eu não tenha trazido um termometro para medí-la e, de agora em diante, sempre pedir alguém para medir e só entrar no mar quando a água estiver nesta temperatura. Além de não sentí-la fria tenho a sensação que ela é morna em determinados momentos. Às vezes vem uma língua de água um pouco menos quente para me relembrar que aquela temperatura é um privilégio. Só faltava que fosse doce para o brinquedo ficar completo.

Saí da água, principalmente, para uns goles na Salineira intercalados com uns tapas no Montecristo, ostras com limão e sal, espetinho de queijo coalho e camarão seco que deixaram espaço apenas para uma porção de bolinhas de camarão acompanhadas de molho rosé com sabor adequado ao paladar estrangeiro.

A chuva forte e curta que caiu traiçoeira, assustando as mães com suas crianças e as moças que tinham aplicado creme para clarear pelos apagou as marcas de todas as pegadas na areia deixando-me acreditar ser um conquistador de novas terras.

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Uma resposta para “14/4/10 – Barraca do Henrique

  1. Pode até conquistar novas terras, mas volta logo pras velhas porque você tá fazendo falta pra gente botecar na versão 2010 do festival!

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