28/11/10 – O Dádiva

É uma pena que a televisão afixada na parede do restaurante O Dádiva, na rua Curitiba 2202, em Lourdes, apresentasse um filme muito curto obrigando-me a assisti-lo várias vezes.

É uma pena que o curto filme, no qual a chefe Silvia Lis apresenta o preparo de diversos pratos da casa não tenha som, impedindo que o prazer visual fizesse par com o prazer auditivo.

É uma pena que dinheiro não esteja transbordando dos meus bolsos para que eu pudesse me fartar na carta de vinhos, carta essa que nem fiz questão de ver, já que a indicação de revistas especializadas dão 4 cifrões ($$$$) para esse restaurante, ou seja, um gasto de mais de R$100,00 per capita para quem se aventurar por lá. Nesta conta não entra nenhuma das mil garrafas de vinho que repousam na adega, com preços em torno dos R$100,00.

Foi muito prazeroso sentar-me, por em torno de uma hora e meia, em um ambiente bem agradável, com vidros nos dois lados da esquina e pé direito duplo.

Foi uma pena ficar impedido de participar da degustação da entrada que tinha uma pasta bem saborosa com leve sabor de limão – da qual provei uma porção mínima – devido a uma diarréia que me incomodou boa parte da noite passada.

Por outro lado essa diarréia teve seu lado positivo. Tive que me limitar ao robalo com purê que estava muito bom.

Também foi bom ver os funcionários abrirem a grande cortina que protege as mesas internas do sol e ver a claridade desse início de tarde de domingo invadir o espaço interno.

Foi muito providencial ter levado o passaporte da Belvitur e ganhar um prato de igual valor gastando apenas R$98,00 por dois pratos, um chopp, uma entrada, um suco e uma água e a taxa de serviço. Para duas pessoas.

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7 Respostas para “28/11/10 – O Dádiva

  1. Ah,
    tá explicado o esquecimento ontem da Cristina, rsrsrs…

  2. Flavio Morais

    Tá só curtindo, né meu camarado!
    Melhorou o “desande”?
    Abraço!

  3. augustonobuteco

    Ju, não esqueci.
    Houve foi falta de comunicação, pois aguardei sua ligação.

  4. Edu Pereira

    Senhor Augusto, não sei se o Sr. prefere ser chamado de crítico gastronômico, cronista de bares e restaurantes, conselheiro para comidas e bebidas ou outro título ainda por inventar. Seja qual for a titularidade escolhida, nenhum crítico gastronômico, cronista de bares e restaurantes, conselheiro para comidas e bebidas ou outro título ainda por inventar tem o direito de levar sua caganeira, ainda que chamada de diarréia, para sua página que se relaciona a alimentação e lazer. Página que é pública, não é sua, pois está disponível na web para ser consultada. Seus modos são ruins, suas maneiras têm de ser cultivadas.

  5. augustonobuteco

    Edu,
    não estou te entendendo. Não estou te entendendo, mesmo.
    Augusto

  6. com um pouco de cultura que fasso questão de cultivar ao qual me é devido, sinto-me encomodado a afirmar que o sr,augusto deveria receber uma nota dos estabelecimentos que entra, pois ao meu ver lhe falta ética.

  7. augustonobuteco

    Sr. Anônimo,
    não sei o que o senhor entende por ética; com certeza o meu conceito é bem diferente do senhor. Confesso-lhe que fico muito incomodado e faço questão de ressaltar que fico chateado quando questionam a minha falta de ética, mas acredito que cultivamos com a mesma intensidade a questão cultural e educacional.
    A propósito, ajude-me a entender: onde me faltou ética? Foi no texto do Dádiva? Em outros? Quais? Quando abordei que assunto?
    Um abraço,
    Augusto

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