Arquivo do dia: 26/06/2009

25 de Junho – Abarcateiro

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Freqüento o Abarcateiro, localizado no Cruzeiro (juro que é uma coincidência e não uma provocação), Rua Outono 523, 3221-7825, há alguns anos, quando íamos assistir jogos de futebol lá, por sugestão do Marcos. E, atendendo novamente a um convite do Marcos, fui ver o Cadinho Faria tocar para que a sua esposa e a sua filha cantassem, no seu aniversário.

E a grata surpresa foi conhecer e compartilhar mesa com Toninho Camargos e sua esposa, quando tive a oportunidade de conhecer e comprar o CD “Encontros”, gravado em 2007 no Teatro de Nova Lima, que tem a participação dos músicos que estavam se apresentando. Escutei apenas uma vez e percebe-se a seriedade e a qualidade com que o trabalho foi feito. Conheça mais detalhes deste trabalho no blog “toninhocamargos.zip.net”.

O Abarcateiro funciona como um self-service de domigo a domingo, fazendo inclusive entregas por telefone e de quinta a sábado funciona à noite. Hoje tinha caldo de feijão (R$3,50) e ainda tira-gostos a quilo; carne de panela, moela, dobradinha, torresmo, lingüiça, carne de sol e mandioca, pãozinho e arroz. Você podia escolher entre jantar petiscar.

Se não tinha nada para merecer elogios também não tinha nada para merecer críticas e fico pensando o que falta a este local para estourar como buteco. Talvez, uma administração mais ousada.

O serviço com comandas individuais, utilizado lá, me ajudaram no compartilhamento de mesa com pessoas que tinha acabado de conhecer e permitiram que eu saísse mais cedo do bar sem ter que negociar contas.

É um espaço muito agradável para as tardes quentes por ser um espaço aberto, com alternativa de ficar na sombra de árvores. Fornece o serviço de assar perus, lombos, chester, pernil e salgados para festas.

Como bom buteco só tinha Skol e Brahma, mas estão prometendo servir Devassa e Baden Baden no próximo mês.

Ainda teve Parabéns pra Você e bolo no final.

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24 de junho – Bar do Carro (replay)

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Já que ao assunto é futebol, atendi aos apelos do Tonico e estou dando um replay do Bar do Carro. Tudo pelo 3 a 1 no Grêmio.

E também para informar que o Bar do Carro tem melhorado muito os serviços. Agora a cerveja está mais gelada, garantida pelo fornecimento de gelo. Apesar das reclamações do isopor do Gera que não está acostumado com isto, existe até refrigerante para as meninas menores de idade. E o bufê então, nem se fala. Agora tem azeitonas sem caroço (tá certo que não comemos porque caíram no chão, mas tinha) amendoim, pimentinha e os famosos espetinhos do João (lingüiça, carne de boi e de Frango da Sadia).

O Henrique veio de Montes Claros e a Letícia sumiu.

23 de junho – Bar do Betão

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Hoje peço licença ao Augusto para apresentar aos freqüentadores de seu blog um dos mais excêntricos butecos que “não” conheci. Na verdade quem lá esteve foi Gêra, que concluiu que ele merecia ser blogado e que eu deveria descrevê-lo exatamente porque lá “mulher não entra”. Encarei a missão como forma de protesto: não entro lá, mas entro aqui!

Gêra foi apresentado ao bar por Alexandre, marido de Vanessa, sua prima lá das bandas de Salinas, hoje morando nas terras de D. Beja. Estávamos na cidade para comemorar os 74 anos do Caldeira, desfrutando de um fim de semana gastronômico no especialíssimo festival anual do Grande Hotel Termas de Araxá, que recomendo a todos experimentar. Chefs nacionais e internacionais inventando “festins” de encher nosso paladar de prazer. Mas Gêra, como sempre, foi descoberto e literalmente “roubado” de minha companhia para trazer mais uma novidade ao irmão blogueiro, que agora manda na gente até de longe. A cumplicidade desses Borges costuma ser terrível!

O local, pra lá de esquisito, chama-se: “Bar do Betão”. Sua localização: Rua Padre Anchieta, 262, no centro de Araxá/MG.Betão é o dono, que costuma ficar tomando conta do estabelecimento, mas parece não se interessar em falar com ninguém. Calado fica e calado permanece. Com ele não tem conversa.

A limpeza do local restringe-se ao chão. Isso porque o restante do bar tem uma decoração ímpar, que não pode ser alterada por nada. Resume-se ao seguinte: quem chegar ao bar e quiser deixar ali alguma lembrança, sinta-se à vontade. Segundo Gêra, é só deixar na mesa ou jogar alguma coisa na parede que se colar, fica. Ninguém tira mais. Qualquer coisa serve, sem nenhum critério a ser seguido, basta o gosto do freguês. Então, imaginem, aparecem coisas do arco da velha, digo, velho. Lembrem-se: lá, só o artigo masculino tem vez. Gêra contou que, enquanto permaneceu no local, apareceu a esposa de um freguês para falar com ele e teve que chamá-lo da calçada. As mulheres parecem já ter se acostumado com a filosofia do “Betão” e não tentam burlar as regras. Assim, garantem a saída do marido pelo menos para escutá-las de fora do recinto, creio eu.

No “Betão” também não tem tira-gosto algum. Ali só se bebe. E, detalhe impressionante, ao contrário da maioria dos bares que procura atrair novos freqüentadores, o interesse ali não é esse. Quando chega um novato ninguém dá assunto. E ele nem é servido também. Leva um gelo fenomenal. Só engoliram Gêra porque ele estava com Alexandre, que revelou ter tido o maior trabalho pra virar confrade no “Betão”.

Conclusão: o que nós, mulheres, vamos querer com um lugar desses?

E nossos maridos? Fica aqui a pergunta e eu espero que nenhum deles ouse responder. Pra mim, já foi demais divulgar esse lugar, rsrsrs!

Juliana.